Posts Tagged ‘Pós-Punk’

Joy Division By Dave Gahan

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Overdose de Joy Division!

Siouxsie and The Banshees

Um dos  melhores grupos que surgiu no período pós-punk. E um dos melhores vocais femininos: SIOUXSIE! Enjoy…

Water was running, children were running
You were running out of time
Under the mountain, a golden fountain
Were you praying at the Lares shrine?

But oh-oh, your city lies in dust, my friend

We found you hiding we found you lying
Choking on the dirt and sand
Your former glories and all the stories
Dragged and washed with eager hands

But oh-oh, your city lies in dust, my friend

Hot and burning in your nostrils
Pouring down your gaping mouth
Your molten bodies blanket of cinders

Caught in the throes …….

And your city lies in dust

She tries not to shatter, kaleidoscope style
Personality changes behind her red smile
Every new problem brings a stranger inside
Helplessly forcing one more new disguise
Christine, the strawberry girl
Christine, banana split lady
Christine, the strawberry girl
Christine, banana split lady
Singing sweet savages lost in our world
This big-eyed girl sees her faces unfurl
Now she’s in purple, now she’s the turtle
Disintegrating
Christine, the strawberry girl
Christine, banana split lady
Christine, the strawberry girl
Christine, sees her faces unfurl
Now she’s in purple, now she’s the turtle
Disintegrating
Christine
Christine
Christine, the strawberry girl
Christine, banana split lady
Christine, the strawberry girl
Christine, sees her faces unfurl
Christine
Christine
Christine
Christine
twenty-two faces
Disintegrating
Christine
Christine
Disintegrating

*Joy Division* – O Marco do Pós-Punk

O Joy Division é, sem sombra de dúvida, uma das bandas mais importantes do pós-punk. Sem eles, o mundo underground não seria o mesmo. Letras ácidas, ritmo marcante,  músicos criativos e um vocalista fora de série, este era o JOY DIVISION, uma banda visionária e audaciosa.

O Joy nasceu na Inglaterra no ano de 1976, em Manchester (Inglaterra). A formação definitiva era Ian Curtis, Peter Hook, Stephen Morris e Bernard Sumner. Eles faziam um som inovador, com músicas críticas e que faziam pensar. As influências do grupo foram muitas, desde o Glam rock de David Bowie, o som melancólico do The Doors,  o eletrônico do Kraftwerk, passando pela forte cena punk inglesa da época, tanto que um dos primeiros encontros do grupo se deu em um show do Sex Pistols.

O primeiro nome da banda foi “Warsal”, mas os músicos decidiram mudar para Joy Division, que remete as áreas de prostituição oferecidas aos soldados nazistas na Segunda Guerra Mundial. As críticas e a idolatria ao Joy Division são muitas. Muitos ligam a banda ao nazismo, já que existem várias referências em sua identidade, outros os consideram depressivos e intimistas demais, ou ainda um grupo digno de idolatria, com letras a serem estudadas e apreciadas,  mas ninguém contesta a originalidade, qualidade e importância do Joy Division para a música. O grupo acabou em 1980, depois da morte prematura do vocalista Ian Curtis. Com o fim do Joy Division, os remanescentes criaram uma das bandas mais importantes dos anos 80 e que influenciou fortemente o movimento new wave e a música eletrônica: New Order.

Ian Curtis – Um Caso a Parte

Um menino tímido, que adorava punk e era fã de David Bowie e Iggy Pop, muitas vezes conturbado e confuso, as vezes indefeso e carente. Este era Ian Curtis. Se é que é possível adjetivar uma pessoa como ele. Ian era a voz e a  alma do grupo. Composições ferozes, dramáticas, solitárias, que muitas vezes transpareciam sentimentos reais de um jovem que se casou muito cedo e sofria de eplepsia. Com a descoberta da doença veio também o uso das drogas, que não aliviavam muito o seu sofrimento e prejudicavam sua saúde. Ian casou-se com Deborah (com quem teve uma filha, Natalie) e por um tempo manteve um caso conturbado com Annik Honoré.  Uma incógnita talvez, mas que deixou um legado às gerações seguintes. Ian cometeu suicidou-se no dia 18 de maio de 1980, enforcou-se com uma corda de varal depois de assistir ao fime “Stroszek” de Werner Herzog. Tinha apenas 23 anos… Um dia antes da tão esperada turnê pelos Estados Unidos.

Ian Curtis E Deborah no casamento em 1975

Unknown Pleasures

Closer

Para Saber Mais

Para Saber mais sobre o Joy Division e o New Order, vejam estes filmes e documentários:

Baixe as músicas do Joy Division AQUI

Música do Dia: The Smiths – Barbarism Begins At Home

Barbarism Begins At Home

Unruly boys
Who will not grow up
Must be taken in hand
Unruly girls
Who will not settle down
They must be taken in hand

 

A crack on the head
Is what you get for not asking
And a crack on the head
Is what you get for asking

 

A crack on the head
Is just what you get
Why because of who you are
And a crack on the head
Is just what you get
Why because of what you are
A crack on the head
Because of
The things you said, or didn’t say
The things you did

 

Unruly boys
Who will not grow up
Must be taken in hand
Unruly girls
Who will not grow up
They must be taken in hand

Música do Dia: The Mission – Butterfly on a wheel

 

Silver and gold, and it’s growing cold
auttum leaves lay as thick as thieves
shivers down your spine
chill you to the bone, ‘cos the mandolin wind
is the melody that turns your heart to stone
the heat of your breath
carving shadows on the mist
every angel has the wish
that she’s never been kissed
a broken dream haunting in your sleep
and hiding in your smile
a secret you must keep
love cuts you deep

love breaks the wings of a butterfly on a wheel
love breaks the wings of a butterfly on a wheel

there’s no scarlet in you
lay your veil down for me
as sure as god made wine
you can’t wrap your arms
around a memory
take warmth from me
cold auttum winds cut
sharp as a knife
and in the dark for me, you’re the candle flame that
flickers to life

love breaks the wings of a butterfly on a wheel
love breaks the wings of a butterfly on a wheel
love will break the wings of a butterfly on a wheel
love breaks the wings of a butterfly on a wheel

wise men say
all is fair in love and war
and there’s no right or wrong in the design of love
and i could only watch
as the wind crushed your wings
broken and torn
crushed like a flower under the snow
and like the flower in the spring
love will rise again
to heal your wings

love heals the wings of a butterfly on a wheel
love will heal the wings of a butterfly on a wheel
love heals the wings of a butterfly on a wheel
love will heal the wings of a butterfly on a wheel

Música do dia: The Smiths-Sheila Take a Bow

The Smiths

Is it wrong to want to live on your own?
No, it’s not wrong – but I must know
How can someone so young
Sing words so sad?

Sheila take a, Sheila take a bow
Boot the grime of this world in the crotch, dear
And don’t go home tonight
Come out and find the one that you love and who loves you
The one that you love and who loves you

Is it wrong not to always be glad?
No, it’s not wrong – but I must add
How can someone so young
Sing words so sad?

Sheila take a, Sheila take a bow
Boot the grime of this world in the crotch, dear
And don’t go home tonight
Come out and find the one that you love and who loves you
The one that you love and who loves you

Take my hand and off we stride
You’re a girl and I’m a boy
Take my hand and off we stride
I’m a girl and you’re a boy

Sheila take a, Sheila take a bow
Throw your homework onto the fire
Come out and find the one that you love
Come out and find the one you love

Para Marotta.

Música do Dia: Joy Division – Atmosphere

Joy Division!!!

Walk in silence,
Don’t walk away, in silence.
See the danger,
Always danger,
Endless talking,
Life rebuilding,
Don’t walk away.

Walk in silence,
Don’t turn away, in silence.
Your confusion,
My illusion,
Worn like a mask of self-hate,
Confronts and then dies.
Don’t walk away.

People like you find it easy,
Naked to see,
Walking on air.
Hunting by the rivers,
Through the streets,
Every corner abandoned too soon,
Set down with due care.
Don’t walk away in silence,
Don’t walk away.

A “New Wave” Nos Anos 80

Nos anos 80 houve uma explosão de  gêneros musicais que, apesar de possuírem características próprias, trilhavam o mesmo caminho, agregando várias tribos em uma mesma ideologia (ou muito próxima) ou gerando conflitos entre elas, muitos deles perdurando até os dias de hoje. Tudo por questões de divergências de opinião e por pura ignorância de muitas pessoas que não sabem aceitar as opções alheias. Um dos estilos que predominou na década de 80 e continua influênciando até os nossos dias é o “New Wave” (A nova onda).

A New Wave veio para contrapor o niilismo, o sofrimento e a obscuridade do punk e, posteriormente, do movimento dark. Muitas cores, músicas dançantes e letras alegres. Assim era esta vertente do pós-punk oitentista que virou referência para os jovens da época e consagrou vários artistas no Hall da fama. A ideologia do new wave era leve, pregava o divertimento e alegria, nada mais. Mesmo sendo o oposto do gótico, estas  vertentes musicais se completavam. Era muito comum (e ainda é) ouvir B 52´s, The Cure, DEVO e Bauhaus no mesmo espaço.

Muitos nomes foram responsáveis pela definição do estilo e por difundi-lo na Europa e nos Estados Unidos. Nesta época a Inglaterra era a maior exportadora de moda e talentos musicais, criando e inovando no modo de fazer e criar música. Depois deles viam os americanos, mais comerciais e que apostavam na imagem e no talento desses artistas:

*DEVO*

*Blondie*

*B-52´s*

*Culture Club*

Em outros posts vamos nos aprofundar mais em alguns dos nomes mais importantes do movimento new wave. Até porque a transição entre estilos na  década de 1980 é muito intensa. Quem começou com características do new wave, pode flertar também com o new romantic, com o SynthPop, com o gótico e assim por diante.

O Pós-Punk – Inovação na Década de 1980

Siouxsie e Johnny

O período pós-punk iniciou nos anos 80 e marcou a história da música. O movimento punk que surgiu na Inglaterra em meados dos anos 70, deixou muitas influências e serviu de base para muitos dos artistas que vieram depois disso. Nesse período o mundo viu surgir nomes que entrariam para a história da música e que produziriam grandes clássicos. Foi uma época de muita criatividade, onde tinha espaço para vários gêneros, do gótico ao New wave, tudo com muitas referências do punk. Os artistas desse período, além da sonoridade e das letras bem elaboradas, tinham um visual marcante e arrastavam multidões até as casas noturnas no mundo todo, como por exemplo, a famosa “BatCave”.

Dentro desse período (que foi até o fim da década de 80), cabem muitos estilos: Gótico, new wave, new romantics, darkwave entre outros. Todos aparecendo e ganhando características próprias. As ideologias desse período também se distanciavam cada vez mais da temática punk. Se por um lado os artistas do dito movimento “dark” resgatavam a introspecção e o niilismo do punk de uma forma mais romântica, o pop e o new wave vinham com uma “nova onda” alegre e colorida. Claro que seria impossível classificar um artista desse período como pertencendo a este ou àquele estilo, pois muitos deles flertaram com vários movimentos. O que nos proporcionou uma lista imensa e eterna de músicas fantásticas.

Daqui em diante, nesta categoria, você vai acompanhar muito (tudo seria ímpossível) do que aconteceu e do que apareceu no pós-punk, destacando os músicos do mundo underground.