Arquivo paranovembro, 2009

Janis Martin: O vocal feminino mais famoso do Rockabilly

Janis Darlene Martin nasceu em Richmond, Virginia no dia 27 de março de 1940. Ela foi descoberta ainda aos dezesseis anos pelo produtor executivo Steve Sholes, o mesmo que apostou na carreira de Elvis Presley e de outros grandes músicos da época. O seu primeiro LP de singles tinha no lado A a música “Will You, Willyum” e do lado B a música “Drugstore Rock ‘n’ Roll” que era de sua autoria e que logo estourou nas festas de jovens Rockers e nas rádios de todo o país. Suas músicas eram muito dançantes e os refrões do tipo que é impossível parar de cantarolar como “Drugstore’s rockin’, rock-rock; couples are boppin’, bop-bop”. A cantora foi apelidada de “The Female Elvis” pela gravadora RCA, com o consentimento do próprio rei. Ela faleceu no dia 3 de setembro de 2007 vitíma de um câncer.

Sua discografia é muito rara aqui no Brasil, a maioria do material é importado. A gravadora Alemã Bear Family editou o álbum The Female Elvis: Complete Recordings, 1956-60, contendo as melhores gravações da primeira cantora de Rockabilly.

Fontes: LastFm / Rockabilly Hall 

Onde comprar:  Amazon 

 

Jazz – Ler para conhecer

Se você deseja saber mais sobre o mundo do Jazz, sobre seus maiores intérpretes,  sobre  seu surgimento, sua importância social e cultural e os detalhes deste grande movimento musical, leia:

Título:Kind of Blues – A História Da Obra-Prima De Miles Davis

Autor:Ashley Kahn

Editora:Barracuda

Páginas: 256

Preço: R$ 48,00

Sinopse: Relato da gravação do grande álbum de Miles Davis Kind of Blues. O álbum foi gravado em 1959 em Nova York e até hoje é considerado a obra-prima do Jazz. Escrito pelo jornalista americano Ashley Kahn que foi ao estúdio da Sony Music e teve acesso aos arquivos de Kind of Blue e as gravações originais. Ele  conta também o panorama musical do Jazz na década de 50 do século passado e a chegada de Mile Davis em Nova York.

Título: História social do Jazz

Autor: Eric J. Hobsbawn

Editora: Paz e terra

Páginas: 379

Preço: R$ 47,50

Sinopse: O historiador Eric Hobsbawn faz uma análise profunda da história do Jazz como um dos fenômenos mais importantes do século XX. Analisando o Jazz sobre o ponto de vista social, economico, seu público e como o Jazz se mostra às novas gerações. Livro imprescindível para adoradores do gênero.

Título: Tempestade de ritmos – Jazz e música popular no século XX

Autor: Ruy Castro

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 440

Preço:R$ 54,50

Sinopse: Neste livro Ruy Castro faz uma mistura interessante de ritmos e tendências, mas com foco no Jazz, falando da influência do Jazz para o Rock and Roll, se branco também sabe fazer Jazz etc. Confira o resultado desta miscelânea de ritmos.

Título: Jazz Life

Autor: William Claxton/ Joachim Berendt

Editora:Taschen/Paisagem

Páginas: 554

Preço:R$ 299,90 (em português)

Sinopse: As fantásticas fotos do livro foram feitas na década de 1960 pelo fotógrafo William Claxton que, juntamente com o historiador Joachim Berendt, viajaram os Estados Unidos retratando os músicos de Jazz como John Coltrane, Ella Fitzgerald, Charlie Mingus entre outros. Um livro muito bonito, já que se diferencia no formato (table book) e no conteúdo.

Elvis Presley: O rei do Rock

Elvis Aaron Presley (nasceu em 8 de janeiro de 1935 no Mississippi e morreu no Memphis em 17 de agosto de 1977) foi um dos artistas mais famosos do Rockabilly, nascido nos Estados Unidos, foi denominado o Rei do Rock, conhecido também por Elvis The Pelvis, apelido que ficou conhecido na década de 1950 por sua maneira extravagante e ousada de dançar.

Elvis teve uma infância difícil, pois a sua família era muito pobre e contava com alguns problemas, como a prisão de seu pai e de seu tio por estelionato. Sempre foi uma criança talentosa e participou de vários concursos musicais. O Rei do Rock, antes de alcançar a imortalidade musical, trabalhou em várias funções diferentes para ajudar a família. Foi lanterninha de cinema e motorista de caminhão, dentre outras ocupações. Sua primeira gravação foi em 1954, um LP que queria dar de presente para sua mãe. Depois disso gravou várias músicas na Sun Records, sob a tutela de Sam Phillips e passou a fazer vários shows pelo país. O resto da história você já sabe: Nasceu o Rei do ROCK.

Uma de suas maiores virtudes era sua voz, devido ao seu alcance vocal. Os críticos reconhecem também seu expressivo ganho com a maturidade, além de seu virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século 20.  Elvis adorava música e não tinha preconceito contra gêneros musicais, já que tinha influências do country, do blues, R&B e do gospel.

Desde criança, Elvis foi ensinado pelos seus pais a respeitar as pessoas, independente de classe social, raça ou religião. Era uma pessoa humilde, que achava não ter nada de especial e que não era melhor do que ninguém. Adorava se divertir com os amigos e estava sempre com sua família, que incluia seus pais, Vernon Presley e Gladys Presley, sua esposa Priscilla e, posteriormente Lisa, sua única filha. Sua importância para a música, para a vida das pessoas e, principalmente, o seu talento como artista, são indiscutíveis. Não nasceu e nem nascerá ninguém capaz de superar Elvis Presley.

Você Sabia?

* Elvis Presley era irmão gêmeo univitelino de Jessie Garon que, infelizmente, já nasceu morto.

* Elvis era loiro, mas pintava o cabelo. O Rei preferia os cabelos escuros. Nós também…

* No início de sua carreira, Elvis sofreu diversos preconceitos, pois os “conservadores americanos” achavam que ele era indecente é má influência para os jovens. O que ficou comprovado em suas apresentações nos Programas “The Steve Allen Show” em 1956 e no “The Ed Sullivan Show” em 1957, onde ele só poderia ser filmado da cintura pra cima.

* No início de sua carreira no cinema, Elvis realmente acreditava que iria interpretar e nunca cantaria. O que deve ter sido muito frustrante para ele, já que a maioria de seus filmes eram musicais e ele passava a maior parte do tempo cantando.

* Elvis adorava carros, principalmente Cadillacs. Chegou a comprar 4 de uma vez. O que pra os artistas deste novo século não seria nenhuma extravagância.

Entre os sucessos de Elvis Presley,podemos destacar:

“Hound Dog”,”Don’t be Cruel”,”Love me Tender”,”It’s Now or Never”,”Don’t Cry Daddy”,”My Boy”,”Jailhouse Rock”, “It’s Now Or Never”, “Can´t Help Falling In Love”, “Surrender”, “Crying In The Chapel”, “Mystery Train”, “In The Ghetto”, “Suspicious Minds”, “Don’t Cry Daddy”, “The Wonder Of You”, “An American Trilogy”, “Burning Love”, “My Boy” e “Moody Blue”. Na Europa, canções como “Wooden Heart”, “You Don’t Have To Say You Love Me”, “My Boy” e “Moody Blue” fizeram sucesso. Particularmente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções “Kiss Me Quick”, “Bossa Nova Baby”, “Bridge Over Troubled Water.”

Wikipedia

Horrorpops – Fazendo música retrô moderna

O Horrorpops é uma banda de Psychobilly que nasceu na Dinamarca na década de 1990. A banda tem um ritmo dançante, misturando o rockabilly dos anos 50 do século XX com punk (daí a origem do psychobilly) e influências New Wave. Eles possuem vários hits, mas por ser uma banda do circuito alternativo, dificilmente você ouvirá nas grandes rádios.

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Seus integrantes são:

•Patricia Day – Vocalista, contrabaixo

•Kim Nekroman – Guitarra

•Henrik Niedermeier – Bateria

•Kamilla Vanilla – Bailarina

•Naomi – Bailarina

Mundo Sonoro

Mundo sonoro é um blog de conteúdo extremamente vinculado a seu nome. O MUNDO do título quer dizer exatamente TUDO. Não quer passar uma ideia apenas musical, mas de música global e tudo o que ela pode ser e trazer para as pessoas em qualquer lugar do planeta. O SONORO pode ser áudio, vídeo, reportagens, entrevistas.. MÚSICA! Porque no fim das contas, espera-se que tudo envolva a música.

Bem vindos enfim, a um lugar, um mundo como preferir, musical, mas também sonoro.

Rockabilly: O surgimento do Rock

O Rockabilly é uma das vertentes do Rock and Roll,  a que deu início ao movimento. Surgiu na década de 50 do século passado nos Estados Unidos, sendo uma mistura de vários ritmos como: Country, Boogie Woogie, Folk, Blues, Rhytthm and Blue etc.

O termo Rockabilly é uma junção das palavras Rock e hillbilly. Esta última servia para denominar a música caipira, que influenciou demais este movimento musical.
A música “Rock around the clock”, lançada em 1954 por Bill Harley (um dos principais nomes do movimento) foi o ponto de partida do estilo e alavancou a carreira de vários artistas que virariam ícones do rock, a maioria da gravadora Sun Records. Outro artista que popularizou o gênero foi Elvis Presley, o maior nome do rock até os dias de hoje.

Quando surgiu em meados de 1950, o Rockabilly conquistou milhares de fãs, a maioria adolescentes que queriam ver os famosos artistas e dançar com o gingado das bandas, que utilizavam instrumentos como piano, guitarra e contrabaixo, utilizando a técnica de slap-back (bater nas cordas ao invés de puxá-las). Todo esse fervor da juventude não agradou os americanos mais conservadores, que achavam o “rebolado” do novo estilo musical muito “indecente” e que fazia apologia à Rebeldia e ao sexo. Apesar de todo alvoroço que causou, o estilo logo caiu em desuso no início de 1960, por falta de músicos que dessem continuidade ao movimento. Foi na década de 80 que ressurgiu repaginado, principalmente com subgêneros como o Psychobilly, que misturava o Punk ao rockabilly. Hoje o estilo é cultuado por diversos fãs em todo mundo, que adoram as batidas do contrabaixo e o visual retrô e vintage de décadas passadas. Os Rockers e as Pin-ups dão vida nova ao estilo criado anos atrás, mas que permanece entre nós até hoje…

Artistas

Vários nomes surgiram e ficaram marcados para sempre na história da música e em nossas memórias… Foi o que aconteceu com:

Bill Haleyjerry-lee-lewis 
Elvis Presley
Johnny Cash

Jerry Lee Lewis
Little Richard

Chuck Berry
Carl Perkins

Roy Orbison
Buddy Holly

Fontes:Wikipedia/Portal do Rock

Baladas Rockabillyrockabilly_legends

Apesar de o auge deste movimento ter sido na década 1950, ainda hoje possui muitos fãs que incorporam o espírito rebelde, divertido e libertário do Rockabilly. Para esses fãs e para quem quer conhecer ou relembrar, existem espaços exclusivo para ouvir e dançar no melhor estilo cinquentinha. Alguns endereços em São Paulo:

* The clock Rock
Balada onde é possível se diverter a noite toda ao som de Rock and roll e, para os enferrujados, também dá aula de dança. Pura diversão!!
http://www.theclock.com.br/
* Little Darling
Espaço aconchegante com bar e shows ao vivo de bandas de Rock e Rockabilly. Destaque para a decoração do ambiente, recheada de ícones vintages, quadros e fotos de artistas como Elvis Presley e Marilyn Monroe.
http://www.littledarling.com.br/ 

* Memphis Burguer
Uma viagem no tempo com deliciosos lanches e bebidas, tudo ao melhor estilo anos 50. Você vai se deliciar com Milkshake e hambúrguer, além de muita música boa e uma decoração fantástica.
http://www.memphisburger.com.br/

 

A evolução dos intrumentos no jazz

Como os instrumentos se apresentam no jazz

Definir uma lista de instrumentos fixos para o jazz seria injusto. O jazz adere a todos os instrumentos. É impossível dizer que algum instrumento nunca foi usado por ninguém no jazz.

O ritmo não é como uma orquestra em que o músico segue a partitura, o jazz é mais improvisação e alma, é como o músico interpreta a música.

É claro que existem instrumentos que não podem faltar e vamos listar alguns deles aqui:

 instrumentos-jazz

Bateria – A bateria no começo era utilizada apenas como marcador de ritmo, mas com o tempo foi interagindo e “conversando” com os outros instrumentos e hoje, existem bandas lideradas pelo som da bateria.

Contrabaixo – O contrabaixo tem a função de subdividir o ritmo básico e dar a base harmônica da música.

Guitarra – A guitarra é importante porque é uma mediação entre instrumentos melódicos e instrumentos harmônicos. A guitarra é geralmente uma base para o solo.

Piano – Ao longo do tempo o piano sofreu uma evolução e se tornou mais elétrico. Mas o piano acompanha o Jazz desde sua origem, e falar de um certamente é falar do outro.

Sax Alto – O sax é o instrumento de maior poder de improvisação, talvez seja por isso que ele atrai tanto a atenção e o gosto das pessoas. O que explica o grande número de sax altistas.

Sax Tenor – O sax tenor no começo tinha uma voz suave e bem colocada, onde a clareza do som era prioridade. Hoje, algumas pessoas enxergam o sax tenor como um som áspero e “nervoso”, mas essas visões são mais associadas a modismos do que à realidade sonora.

Trompete – O trompete às vezes é descartado, mas apesar de não ser um instrumento “obrigatório” no jazz, a sua história junto ao jazz não pode ser contestada. A glória do trompete caiu aos poucos com os anos, mas, no entanto os trompetistas foram durante muito tempo a voz principal dos grandes estilos de jazz.

Voz – A pesar de não ser um instrumento propriamente dito, a voz passou a ser visto como tal pois é apresentada de uma forma como trompetes, trombones ou saxofones.A voz é o instrumento mais flexível de que se dispõe.

Na verdade, o jazz encontra sua excelência na relação de músicos e instrumentos. Quanto maior a intimidade e o trabalho entre músicos, mais se improvisa e mais o jazz se apresenta da sua melhor forma. Lembrando que a forma nunca é a mesma, varia de intérprete para intérprete, de músico para músico e principalmente de momento para momento.

Fontes:Wikipedia/Ejazz

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